Fábio Duran

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Quem sou

PERFIL

Sorocabano de 26 anos, formado em jornalismo pelo CEUNSP, ama conhecer lugares novos e fotografa quase tudo o que vê. Admira as diferentes interpretações que cada ângulo pode resultar em uma imagem.

Seu primeiro contato na área da comunicação foi como representante comercial de um escritório gráfico, em 2005, no qual foi responsável pela captação de novos clientes e pelo design dos materiais gráficos que vendia, processos que conheceu na empresa.

Trabalhou por quatro anos na ONG Pérola, onde ministrou aulas sobre empreendedorismo e colaborou com o setor de marketing, que instigou sua vontade de cursar jornalismo. Lá, foi responsável pela comunicação interna e externa da Associação: implantou os boletins informativos; criou e produziu notícias, releases, vídeos e materiais de divulgação; além de atuar na organização de eventos e manutenção do site e mídias sociais.

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Fábio Duran Jornalista

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Meus trabalhos
Desde que entrei como representante comercial de um escritório gráfico não parei meus trabalhos na área de comunicação. Mais tarde participei do setor de comunicação de uma ONG de inclusão social e digital que aguçou ainda mais meu interesse por jornalismo e design. Na faculdade desenvolvi projetos que se destacaram no Capivaras de Ouro, evento que premia as melhores produções desenvolvidas pelos alunos de comunicação do CEUNSP. Ao lado está o menu de acesso aos meus principais trabalhos na categoria e abaixo o link de acesso para o livro "Reféns", fruto do Trabalho de Conclusão de Curso.

LIVRO


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Leia alguns dos meus textos
Estado de São Paulo é o maior produtor de flores do país
Desde 2006 o segmento de flores registra altas de 5% a 8% em volume de produção e de 4% a 7% em valor. Em 2014 faturou 5,7 bilhões de reais e tem previsão de crescimento de 8% para 2015. São quase 15 mil hectares produzindo mais de 350 espécies de plantas.

Com cerca de 8 mil produtores no país, o setor é responsável por mais de 200 mil empregos diretos. São Paulo é o estado com maior número de produtores do Brasil (2.288), seguido pelo Rio Grande do Sul (1.550) e Rio de Janeiro (1.030), segundo dados do Instituto Brasileiro de Floricultura (Ibraflor). Além de maior produtor nacional, São Paulo também se destaca como maior consumidor e maior exportador de flores e plantas ornamentais do Brasil.

Holambra, Atibaia, Campinas, Dutra, Paranapanema e Vale do Ribeira são os seis polos produtores de São Paulo. Os polos concentram 20 cidades do Estado, que juntas, são responsáveis por cerca de 60% da produção nacional.

A cidade de Holambra, estância turística pelo estado de São Paulo e sede do Ibraflor, se destaca no cenário nacional e internacional como “a cidade das flores”. O município começou o cultivo de flores em 1951, poucos anos depois de sua fundação e atualmente produz mais de 200 espécies com mais de 3000 variedades.

Outra cidade que se destaca no cenário nacional é Atibaia, conhecida como a “Estância das flores e dos Morangos”, o município tem cerca de 1500 famílias de origem oriental. Os primeiros japoneses chegaram na cidade atraídos pela oportunidade de adquirir terras para cultivar hortaliças e flores. Atualmente Atibaia representa 25% da produção de flores do país com aproximadamente 400 produtores e 500 hectares voltados para esse tipo de cultivo.

Haroldo Yuji Fujihara produz plantas rasteiras em Sorocaba, interior de São Paulo. Em sua produção encontra-se pingo de ouro, grama amendoim, aptenia, onze horas, gota de orvalho, ericas, russelia, impatiens, lantana, clorofito, unha de gato, rabo de gato, azulzinha, jasmim, bela emilia, ixoria, entre outras.

Foto: Haroldo Fujihara

"Comecei meio levando na brincadeira”, diz Haroldo, que trabalhou por dois anos para o seu tio como vendedor no CEAGESP de São Paulo. Ele entrou no ramo logo após retornar ao Brasil, quando não sabia o que fazer. Ele morou por quatro anos no Japão. “O mesmo tio me disse que eu podia continuar no ramo de plantas”, conta, “iniciei fazendo compra e venda, e com o passar do tempo comecei a produzir, sem experiência nenhuma, mas com o decorrer dos anos fui adquirindo experiência no ramo”.

Em uma área de aproximadamente 10.000m² são feitas estaquias das plantas, método que consiste no plantio de pequenas estacas de caule, raízes ou folhas, que com umidade se desenvolve novas plantas. “Cada uma tem o seu tempo de enraizamento variando de 20 a 60 dias”, revela Fujihara, “a vantagem é que giram rápidas, e as dificuldades seriam temperaturas muito baixas e altas demais”.

Atualmente ele conta com 5 funcionários e tem cerca de 100 mil mudas plantadas mensalmente. Seus principais clientes são as floras, paisagistas e jardineiros.

Publicado em:

Medium:
https://medium.com/de-olho-na-agronomia/estado-de-s%C3%A3o-paulo-%C3%A9-o-maior-produtor-de-flores-do-pa%C3%ADs-fb2b2c2fc643#.su58v1ni9

Investir em ações é para qualquer pessoa, desde que haja planejamento e atenção
Por Fábio Duran

Existem mais de meio milhão de brasileiros que investem na bolsa de valores, segundo dados da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&FBovespa) de abril deste ano. Foram contabilizados 584.864 investidores, sendo 96% de Pessoas Físicas. O critério utiliza o CPF cadastrado em cada agente de custódia, ou seja, pode contabilizar o mesmo investidor caso ele possua conta em mais de uma corretora. O fato é que o número não chega a 1% da população brasileira.

Especialistas dão dicas para quem pretende entrar no mercado de ações (Ilustração: Reprodução internet)

Segundo o portal InfoMoney o Brasil está em grande defasagem se comparado aos EUA, que tem 65% da população investindo em ações. Uma pesquisa do Instituto Rosenfield, encomendada pela BM&FBovespa em 2012, mostra que as pessoas não investem em ações por desconhecimento, falta de dinheiro, baixa renda e medo do risco. 12% dos entrevistados veem a Bolsa como investimento "para ricos".

A administradora de empresas Carolina Paiffer, que opera no mercado financeiro há 10 anos, revela que a bolsa de valores não é exclusividade dos ricos. “A pessoa pode fazer um pé de meia para o futuro e começar com 100 reais por exemplo. Ou seja, qualquer um pode investir”, afirma.

A Bolsa de Valores é o órgão que controla o mercado de ações, registra as operações de compra e venda dos investidores. É possível investir em quantas empresas quiser, e o retorno pode ser negativo ou positivo, dependendo da empresa escolhida. “É como comprar qualquer coisa, se comprar um terreno por 10 e vender para o João por 12 teve rentabilidade de 20%. Se você comprar por 10 e não tiver ninguém interessado e você vender por 8 teve prejuízo. Apenas isso, oferta e demanda todos os dias”, explica Carolina.
Ação dos Traders* na Bolsa de Valores de São Paulo (Foto: Galeria de Léo Pinheiro)

A pesquisa também mostra que o brasileiro prefere investir em poupança, menos rentável, contudo, menos arriscada. Mas segundo a Comissão Nacional de Educação Financeira (Conef) quase metade dos clientes de bancos usam a poupança mais como conta-corrente do que como investimento para o futuro.

Para o economista Valdir Juvêncio o investimento em bolsa de valores é, teoricamente, o que dá o maior retorno sobre o valor investido. “O juro sobre o capital tende a ser maior do que qualquer outro investimento, sendo poupança, CDI, CDB, por exemplo. Isto torna interessante o investimento em ações”, diz.

Mas Juvêncio não acredita que o investimento em ações pode deixar uma pessoa rica, pois depende muito do conhecimento do mercado, de comprar e vender no momento certo. “Pois somente assim você vai conseguir lucrar mais com esse tipo de investimento. É comprando em baixa e vendendo em alta”.

“Vale lembrar que nas corretoras tem muito material didático para começar a aprender, inclusive no site da BM&FBovespa”, sugere Carolina Paiffer

Carolina conta que existem investimentos curtos Ela compra e vende dólar no mesmo dia, movimentação conhecida como daytrade. Mas para o pequeno investidor tem que ser de longo prazo. “Ele tem que entender que existem oscilações e não ficar nervoso com qualquer queda. Eu aconselho começar com um fundo, pois através do fundo você pode começar a poupar todo mês e tem um gestor, uma pessoa com certificação para gerir os investimentos de todos que fazem parte”, explica.

Ela indica que o primeiro passo é abrir um cadastro em uma corretora. Todas trabalham de forma parecida: o corretor irá explicar como funciona e ajudar com base nos objetivos e valores que se quer investir. Através deste cadastro o investidor terá um Home broker (como se fosse um internet banking), onde poderá acompanhar os investimentos até pelo celular. “Não precisa conhecer muito, mas precisa entender que tem risco, ou seja, não venda sua casa para investir na bolsa. Invista um dinheiro que você gastaria com bobagens e procure o conselho de um corretor. Ele não vai te cobrar pela consultoria e vai te poupar de vários erros comuns”, alerta.

*O trader, no contexto de investimentos financeiros, é um especulador, que se engaja na transferência de ativos financeiros, para alguma instituição ou para si próprio e vivem essencialmente da atividade de operador de mercado de ações
Covers: além do fanatismo
Não é difícil encontrar fãs de cantores, cantoras, grupos ou bandas que já fizeram loucuras pelo ídolo, e outros que vão além do fanatismo. Existem casos em que a admiração para com o artista faz com que a pessoa comece a imitá-lo, mesmo que inconscientemente, através de roupas e cortes de cabelo, por exemplo. As histórias que apresentaremos mostram que a admiração pelo artista o fez ser ele, ou quase.

DO POP

“Desde a primeira vez que eu vi a Britney, no clipe de ‘Baby One More Time', eu virei pra minha mãe e falei: 'Mãããããe, eu quero ser que nem essa garota!'. E assim começou um grande sonho, do qual eu jamais imaginei a proporção que iria tomar”, conta Francine Porto, 28, cover da cantora norte-americana Britney Spears há mais de dez anos.

Francine Porto
(Foto: Divulgação/Revista Foca)
Natural de Porto Alegre (RS), Fran Porto é cantora, dançarina e modelo. Ela esbanja beleza e carisma por onde passa e sua semelhança com a Britney impressiona os fãs. “Por incrível que pareça, eu não me acho parecida com a Britney, eu me esforço pra que a maquiagem seja igual à dela, os movimentos, a dança, a voz. Acho que, depois de tanto estudo, é a forma mais natural do reconhecimento vir em minha carreira”, diz Fran e ressalta a diferença entre cover e sósia.

Sósia é aquele que é parecido com um artista, já o cover, presta um tributo a ele da sua própria maneira. “Eu resolvi, depois de tanto tempo, aderir a uma nova categoria, chamada ‘Impersonator’, que é quem personifica o artista de uma forma mais fiel, seja em trejeitos, figurinos ou até mesmo cantando”, explica. Fran Porto já se apresentou em várias cidades do Brasil, e até no exterior. “Fiz campanhas de lançamentos de fragrâncias Britney Spears by Elizabeth Arden para a região do Paraguai”, conta.

Suas apresentações são totalmente inspiradas nas da Britney onde há dois anos esta com um produtor, no qual discutem ideias, analisam e estudam todas as possibilidades para a execução dos números, juntamente com coreógrafos e dançarinos. Um trabalho conjunto. Ela diz que de modo geral, fãs e contratantes desconhecem os custos para um show ficar pronto, no que inclui a viagem, figurinos, coreógrafos, ensaios. “Não quero chegar pra fazer um show com um figurino feio ou sem manutenção, muito menos com os dancers fora de sincronia. Ensaiamos praticamente todo final de semana, mesmo quando temos show no dia, muitas vezes, saímos do ensaio direto para o aeroporto”, ressalta. A equipe e ela buscam fazer o melhor trabalho. Sua missão não é fazer apenas um show, mas um espetáculo, independente de onde esteja. “Meu objetivo não é só prestar um tributo para a minha diva Britney Spears, mas sim, encantar a todos os que estão prestigiando o meu show, para que possam se sentir como se estivessem no show da própria”, enfatiza.

Fran Porto gravou um vídeo para divulgar sua entrevista para a Revista Foca:



Ela prefere manter a imparcialidade quando perguntamos sobre as polêmicas de seu ídolo. “Ah, não gosto de julgar ninguém, quem nunca fez uma loucura, né?! O que eu posso dizer é que sempre vou querer o bem dela”, finalizou dizendo que ser cover foi sua maior loucura. “Sou louca por ela! Britney, eu amo você!”.

AO ROCK

O sorocabano Dalizio Moura, 47, é cover do Elvis Presley há 14 anos. Ele conta que tudo deu início por acaso, na época em que morava na Itália. Começou a ser fã do Rei do Rock em 1985, ainda em Sorocaba (SP), por influencia do pai. Dalizio ouvia as Rock’n’Roll e o pai as mais românticas. A partir de então começou a se interessar a tocar e cantar.

Dalizio Moura cover Elvis Presley
(Foto: arquivo pessoal)
Em 2000 trabalhava como motorista na Itália, onde recebeu proposta para cantar em uma pizzaria de Pescara. Após elogios em sua apresentação mista, o dono pediu para que ele cantasse algo mais animado, que atraísse o público de alguma maneira. Logo contou que era fã do Elvis, que cantava suas músicas e que poderia tentar vestir-se como o artista. Foi então a sua primeira apresentação, em 08 de julho de 2000, com camisa e calças brancas e o cinto da mãe. Na apresentação, o Sorocabano brincava com sua aparência como forma a minimizar o ‘ridículo’ que o improviso deixou; mas as brincadeiras continuam até hoje, tornou-se parte da apresentação.

Embora sentisse caricata e até mesmo uma ofensa ao Rei do Rock, um repórter do jornal local e responsável por alguns concursos de misses e canto, assistiu a apresentação e se interessou pelo ‘cover’. Perguntou há quanto tempo imitava o Elvis, ele então respondeu: “que eu imito o Elvis, olha, faz umas duas horas e meia”, brincou. O jornalista então o convidou a participar de um concurso, com as seguintes condições: cantar apenas Elvis, sem ajuda financeira e aos finais de semana, onde as viagens também não seriam pagas. Dalizio aceitou. Ele então se apresentou por toda a Europa e ganhou o concurso. Como prêmio, gravou um disco com oito faixas. As vendas do CD foram revertidas a uma pesquisa sobre a cura o câncer.

Foi então convidado a programas de TVs da Itália para apresentar o CD. “Só que eu fui desenvolvendo, lógico. Eu mandei uma pessoa fazer uma calça mais digna”, conta animado. Coincidência ou não, Dalizio trabalhou como cover por seis anos na Europa, loiro. Elvis também era. E só começou a tingir o cabelo quando começou as apresentações no Brasil, a pedido dos contratantes.

Sua primeira apresentação no Brasil foi em 2006, em um botequim de Sorocaba, que através de divulgação atraiu os jornalistas da cidade. “A imagem do Elvis é muito forte”, justifica. Atualmente Dalizio é contratado para eventos corporativos, aniversários e casamentos. “Este ano já foram quatro aniversários de 15 anos, o que impressiona, pois Elvis Presley morreu há 37 anos”, recorda.

Ser cover do Rei do Rock não é tarefa fácil. Voz, postura, conhecimento e figurino são essenciais para a aceitação do publico, ainda mais para ele, que considera-se pouco parecido com o artista, exceto pelas costeletas. Dalizio têm 15 peças de roupas para as suas apresentações, em que sua esposa, que é costureira, faz. Eles compraram os moldes dos Estados Unidos, ajusta para o seu corpo, e alguns acessórios são importados. Uma de suas peças sai a R$1600 reais a preço de custo. “A empresa que fazia as roupas do Elvis ainda existe e vendem as roupas. As peças vão de mil a quatro mil dólares, e quando chega ao Brasil, a receita cobra 60% do que você pagou. Então se você paga 10 mil na roupa ela fica em 16 mil reais. E é só uma roupa”, reclama.

Ele conta que nos últimos cinco anos ele não ouve mais comentários preconceituosos do tipo “você não tem identidade, personalidade própria”. Dalizio conta que o maior preconceito que passou foi com os organizadores de um evento da cidade de Votorantim (SP), em 2008, que seria realizado no dia do rock. “Eu liguei para a organização e propus uma apresentação como tributo ao Rei do Rock, mas ouvi: ‘a gente não quer cover, só quer coisas originais. Você não tem musica própria?!’”, contou. Ele tentou justificar que seria um tributo ao Elvis e que não iria receber pela apresentação, queria apenas homenagear o seu ídolo, mas os organizadores não cederam. “Por fim não houve o festival, os bombeiros não deram o alvará e eu não fui cantar”, concluiu. Passados três dias ele foi contratado pela Prefeitura de Sorocaba (SP) para o show no Parque das Águas localizado na Zona Leste da cidade, também no dia do Rock. E assim fez sua esperada homenagem.

Dalizio não esconde sua paixão pelo Elvis, onde criou o “Elvis Forever Fan Club Sorocaba Brasil”. A sede fã-clube fica em sua casa, que têm um salão que acomoda cerca de 80 pessoas. Ele também conta que deu ‘uma fugidinha’ de retiros espirituais para poder cantar músicas do ídolo em local mais isolado, e depois retornar. “Não tem um dia na minha vida, desde que sou fã do Elvis, em que não escutei uma música dele”, finalizou.

Matéria publicada na 18ª Edição da Revista Foca
Foca na música - páginas 16 e 17
Link de acesso: http://issuu.com/jornalfoca_fca/docs/18_revista_foca

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